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Fármacos e Medicamentos

Notícias

Cristália prepara sua entrada no setor de biotecnologia

Com recursos próprios, a Cristália já aplicou R$ 20 milhões no projeto e pretende investir outros R$ 25 milhões para conseguir produzir até 2012 o hormônio de crescimento humano e o interferon, usado no tratamento de doenças virais.

 

"A biotecnologia é uma grande veia. Com esta experiência, vamos buscar o desenvolvimento futuro de medicamentos de inovações incremental e radical", disse o diretor de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Cristália, Roberto Debom.

 

Nem o hormônio de crescimento humano tampouco o interferon - medicamentos sem proteção de patente - são produzidos no Brasil, que depende do suprimento externo. Calcula-se que os dois medicamentos representem cerca de R$ 120 milhões dos gastos públicos. A Cristália, que importa o hormônio da Coréia do Sul, prevê conquistar metade do mercado brasileiro quando estiver produzindo os dois tratamentos localmente.

 

Para alcançar sua meta, a Cristália já construiu um centro de 1,7 mil m² para pesquisa e desenvolvimento de remédios biológicos em Itapira (SP). O centro emprega 18 pesquisadores, entre mestres e doutores. Ao lado, a empresa prevê erguer até o fim do ano sua unidade industrial dedicada a produção dos dois medicamentos.

 

Segundo o executivo da Cristália, o projeto dos dois medicamentos já passou na fase de testes em laboratório. "Estamos agora na etapa de transposição para a área industrial", afirmou.

 

Além dos dois projetos em estágios mais avançados, a Cristália tem outros 10 projetos em andamento em biotecnologia - que estão ligados às áreas de imunoduladores, ortobiológicos, anticorpos monoclonais e fatores sanguíneos - programas que também possuem acordos com universidades, como Unesp e Universidade de São Paulo (USP).

 

 

(Fonte: Valor Econômico - 30/01/2009)


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