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Fármacos e Medicamentos

Notícias

MOVIDOS PELA INOVAÇÃO

Em 2015, o Aché, laboratório 100% brasileiro e dono de um portfólio com 326 marcas, traçou umplano estratégico para os 15 anos que viriam. A meta estabelecida ali foi bastante ousada: crescer ininterruptamente até 2030. E ao que tudo indica a empresa vem cumprindo – e bem – o desafio. Mais do que registrar aumento nos resultados, o Aché foi, pelo terceiro ano consecutivo, a companhia farmacêutica que mais impactou positivamente o setor farmacêutico no Brasil, segundo o ranking Estadão Empresas Mais. Com faturamento de R$ 2,7 bilhões em 2016, número 15,1% superior ao registrado no exercício anterior, a empresa é a primeira colocada na categoria Farmacêutica.

 

“Acreditamos que o caminho maissustentávelparaocrescimento passa pela inovação e é isso o que faz com que o Aché continue se destacando”, avalia Paulo Nigro, presidente da companhia. A empresa investiu R$ 203 milhões em inovação no ano passado, quando lançou 27 produtos e realizou duas importantes aquisições: a fábrica de antibióticos Nórtis, de Londrina, e a divisão químico-farmacêutica do Laboratório Tiaraju, do Rio Grande do Sul. Ainda em 2016, anunciou os planos de expansão para o Norte e Nordeste, com a construção de uma nova fábrica na região metropolitana de Recife, para ajudar a suportar o crescimento previsto pelo Aché para os próximos anos. A fábrica também deve servir como plataforma para as exportações.

 

CRESCIMENTO DE 80%

Outra que aposta nos negócios no País é a EMS, segunda colocada no ranking. Com fábricas instaladas em São Bernardo do Campo e em Hortolândia, ambas no Estado de São Paulo, a EMS vive desde 2013 o maior plano de expansão de sua história, com investimentos que superam os R$ 600 milhões. A empresa também inaugurou plantas de fabricação em Manaus, em 2014, e Brasília, em maio deste ano. “Com todas as unidades produtivas em funcionamento, a capacidade da EMS será de pelo menos 1 bilhão de unidades (caixinhas) de medicamentos por ano. Um aumento de mais de 80% se levarmos em conta a realidade da empresa antes do plano de expansão”, contabiliza Marcus Sanchez, vice-presidente institucional.

 

Inovação e investimento contínuo são palavras de ordem também na Roche, terceira colocada no ranking. “Somos uma empresa focada em medicamentos inovadores, e 20% do nosso faturamento global é destinado à pesquisa e desenvolvimento”, revela Rolf Hoenger, presidente da Roche Farma Brasil. A empresa lançou quatro produtos de alta complexidade em 2016 e cresceu aqui 1,6% no ano. “Crescemos em um ano desafiador, em linha com o compromisso que estabelecemos com a nossa matriz, na Suíça”, afirma. De acordo com o executivo, como forma de desenvolver a pesquisa clínica no Brasil e propiciar acesso a novos medicamentos aos pacientes, a Roche investiu mais de R$ 360 milhões em pesquisa e desenvolvimento local nos últimos três anos. “Em 2016, foram investidos R$ 121,3 milhões no País, sendo que cerca de 240 centros de pesquisa locais foram envolvidos em mais de 70 estudos da Roche”, diz Hoenger.

 

 

 

(Fonte: Estadão – 29/09/2017)

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