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Fármacos e Medicamentos

Notícias

SUS passa a oferecer mais dez tipos de tratamentos alternativos

O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de novas práticas de tratamentos alternativos pelo SUS e provocou críticas do Conselho Federal de Medicina.

 

Essências de flores, óleos e luzes coloridas estão entre os recursos das novas terapias incluídas no SUS. Algumas são mais conhecidas, como a cromoterapia e os florais; outras nem tanto. É o caso da constelação familiar, uma técnica que usa a representação de relações familiares para identificar bloqueios emocionais.

 

As terapias alternativas começaram a fazer parte do SUS há 12 anos. Em 2017, segundo estimativa do Ministério da Saúde, cinco milhões de pessoas tiveram acesso a estes tratamentos. Com as novas inclusões, agora são oferecidas 29 terapias.

 

“Nós passamos, então, a caminhar um pouco na direção do fazer saúde e não cuidar da doença, que é o grande desafio do SUS: alternar o modelo de financiamento, que hoje é focado em curar pessoas, e passar a priorizar o não deixar as pessoas adoecerem”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

 

Danielle Paulino, especializada em terapia floral, comemora a inclusão das práticas no SUS.

 

“Com o acesso ao SUS, toda a população terá acesso. Vão poder conhecer o que são, como atuam e se beneficiarem dela”.

 

Há dez anos, a contadora Liliane Adriano recorre aos florais: “Aquilo te dá foco, te dá tranquilidade para que você administre as suas tarefas, todas as suas demandas com equilíbrio”. 

 

Mas a decisão do Ministério da Saúde enfrenta resistência. O Conselho Federal de Medicina (CFM) é contra.

 

“Nós consideramos que, por não ter resultados cientificamente comprovados, por não ter resolubilidade, eficácia na prática médica, é um desperdício que se faz colocando um financiamento do SUS nessa área”, disse Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, presidente do CFM.

 

Entre as terapias alternativas, o Conselho Federal de Medicina reconhece apenas a acupuntura e a homeopatia e desde que praticadas por médicos.

 

O filho de Thaís Libanio é portador de uma síndrome rara e chega a ter 30 convulsões por dia. Além do tratamento convencional, ele usa homeopatia, que já é oferecida pelo SUS desde 2006. “Ele toma remédios controlados para as crises convulsivas que ele tem e homeopatia para as demais coisas que aparecem. Até para dormir também ele trata com homeopatia, um calmante para deixar ele mais tranquilo, sempre com homeopatia”.

 

 

 

(Fonte: G1 – 12/03/2018)

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