PROTEC

Rio de janeiro
Agenda Inovação Agosto -   Setembro    -     Outubro   Avançar Voltar 2018 -   2019 Avançar
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • 01
  • 02
  • 03
  • 04
  • 05
  • 06
  • 07
  • 08
  • 09
  • 10
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • 27
  • 28
  • 29
  • 30
  • 31
Fármacos e Medicamentos

Notícias

Anvisa adota 4 Canais para importações, a fim de facilitar a entrada de medicamentos no País

Em mais uma tentativa de pôr fim à greve dos caminhoneiros, que está no seu oitavo dia consecutivo e já afeta serviços essenciais à população e provoca desabastecimento em praticamente todo o País, foi publicado, no Diário Oficial da União de 24 de maio, a Resolução n 228, elaborada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa.

 

Com isso, as importações sujeitas a fiscalização da Anvisa terão tratamento diferenciado para agilizar a liberação da entrada de produtos no Brasil. A partir de agora, haverá quatro canais diferenciados que levam em consideração o tipo de produto e o seu risco. São eles: verde, amarelo, vermelho e cinza.

 

Os canais seguirão os seguintes critérios:

Canal Verde: liberação simplificada, por ser um produto de menor risco e já regularizado na Anvisa, sendo dispensada a análise documental e a inspeção de carga; Canal Amarelo: análise documental; Canal Vermelho: inspeção física de carga; e, por fim, Canal Cinza: procedimento especial de investigação.

 

“O objetivo da proposta é otimizar o trabalho das equipes da Anvisa e concentrar a fiscalização nos produtos mais sensíveis, já que, antes da greve, eram mais de 300 mil processos de importação protocolizados na Anvisa, que garante que agora será impossível fiscalizar 100% das cargas”, explica o presidente do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Carga e Logística do Estado de São Paulo- SINDICOMIS e da Associação Nacional das Empresas Transitárias, Agentes de Carga Aérea, Comissárias de Despachos e Operadores Intermodais- ACTC, Luiz Ramos explicando que um sistema semelhante de canais já funciona na Receita Federal do Brasil – RFB e pela Vigilância Fitossanitária.

 

Na prática, os produtos como equipamentos médicos e medicamentos, por exemplo, receberão um tratamento diferente, de acordo com sua avaliação de risco.

 

É importante salientar que, no último mapeamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, com informações da Confederação Nacional de Transportes - CNT, 61,1% de toda a carga transportada no Brasil usa o sistema modal rodoviário; 21,0% passa por ferrovias, 14% pelas hidrovias e terminais portuários fluviais e marítimos e apenas 0,4% por via aérea.

 

 

 

(Fonte: SEGS.com.br - 30/05/18)

Destaques

Livro Branco da Inovação Tecnológica

Instituições Associadas

ABIFINA
ABIMO
ABINEE
ABIQUIM
ALANAC
FIEMG
IPD FARMA
SEBRAE