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Fármacos e Medicamentos

Notícias

Como a Internet das Coisas revolucionará a indústria farmacêutica

A Internet das Coisas (Em inglês, Internet of Things) (IoT) corresponde à inter-rede de dispositivos físicos incorporados com sensores, componentes, conectividade eletrônica e de rede, para facilitar a conectividade e facilitar a troca de dados em tempo real.

 

Devido a suas aplicações práticas, a IoT possui o potencial de revolucionar o setor farmacêutico, permitindo e automatizando o monitoramento remoto de pacientes, a descoberta de medicamentos, seu acesso entre outras facilidades. A união da IoT com a crescente digitalização de dados no setor farmacêutico abre muitas oportunidades para intervenções maciças e revisões industriais.

 

A principal preocupação que se deve ter com esta revolução tecnológica é sobre a segurança online. É preciso garantir que os dispositivos utilizem uma rede privada virtual (VPN) para evitar o ataque de hackers. Se um aparelho não estiver com a sua comunicação criptografada, o invasor pode tomar o controle do dispositivo ou máquina que esteja vulnerável.

 

IoT trazendo a mudança de paradigma no setor farmacêutico

Os tempos em evolução exigem acesso mais rápido e fácil aos serviços de saúde. Da mesma forma, as empresas farmacêuticas também são obrigadas a acelerar a movimentação segura de medicamentos, resultados clínicos e entregas regulamentadas. A necessidade de operações rápidas, invariavelmente, se resume à coleta de dados de maneira organizada e eficaz, complementada pelas análises necessárias.

 

A tecnologia mais recente, disponibilizada com o advento da Internet das Coisas, pode ser usada para ajudar nessa mudança de paradigma nas funções do setor farmacêutico. A tecnologia conectada pode ser implementada para cobrir diferentes setores verticais, como fabricação, monitoramento, distribuição e controle em trânsito.

 

Com a ajuda da disponibilidade de dados em tempo real, as empresas farmacêuticas podem garantir a qualidade adequada, minimizando ou evitando completamente as chances de furto, desperdício ou fabricação. O que é tecnologia não deve deixar de lado quando implantada é a humanização do processo; personalizando o máximo possível para cada cliente.

 

Utilitário de sensores IoT

Apesar das mudanças radicais prometidas pela tecnologia, os sensores de IoT foram cada vez mais implantados na área de produção. Como resultado, as empresas farmacêuticas conseguiram assimilar enormes quantidades de dados em vários departamentos, incluindo unidades de fabricação espalhadas pelo mundo. Como consequência, as empresas são capazes de controlar, gerenciar e supervisionar tudo o que ocorre no chão de produção, em tempo real e remotamente. Iniciando uma reação em cadeia em direção a uma melhor eficiência e controle, as empresas também são capazes de reduzir com sucesso o custo de produção, aumentar a utilização de equipamentos e minimizar o desperdício, devido à melhor visibilidade e controle.

 

Como a tecnologia está ajudando na logística

Além da produção, a IoT também pode ajudar as empresas farmacêuticas a descobrir o enigma da logística, remessa e trânsito. O caminho para facilitar a logística farmacêutica tem sido repleto de desafios, dados os requisitos complexos. Ao utilizar sensores de baixa energia, as empresas farmacêuticas ganham visibilidade em tempo real na movimentação de mercadorias.

 

Além disso, os sensores também podem ser implantados para otimizar o armazenamento e o roteamento. Enquanto estiver em trânsito, a IoT também pode ser confiável para cuidar de medicamentos e vacinas. Certas vacinas e medicamentos precisam ser mantidos sob temperatura e condições físicas específicas. Os sensores podem garantir o mesmo, enquanto monitoram o ambiente desses produtos farmacêuticos em tempo real e relatam ou gerenciam quaisquer anomalias.

 

Portanto, garantir a segurança dos dados é a chave. As empresas farmacêuticas precisam agir com mais vigilância, colaborando com a implantação da IoT de terceiros. Optar por provedores de serviços que possuam os devidos processos para armazenar dados, como assinaturas digitais e acesso controlado baseado em funções, sem afetar a utilidade e o fluxo, provaria ser benéfico para as empresas.

 

 

 

(Fonte: Guia da Farmácia - 06/09/19)

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