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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

FMI mantém crescimento de 0,2% para o Brasil em 2017

O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz esperar que a economia brasileira volte a crescer este ano, “ainda que o déficit nos balanços dos setores público e privado atrase o ritmo da recuperação”.

 

Em relatório sobre as perspectivas globais, o fundo manteve a estimativa de crescimento do Brasil em 0,2% neste ano, como tinha publicado em janeiro, sendo 0,3 ponto percentual inferior à estimativa de outubro de 2016.

 

Mas o tom é mais positivo. Em janeiro, economistas da entidade não descartavam a possibilidade de a economia brasileira continuar em recessão em 2017. Desta vez, não há menção sobre descartar ou não recessão, e sim a afirmação de que “o crescimento no Brasil deve voltar ao território positivo em 2017”.

 

Entre as economias do G-20, o Brasil terá, em 2017, sem surpresa, a menor taxa de crescimento, seguida pela Arábia Saudita (0,4%) e Itália (0,7%).

 

No relatório, destinado ao G-20, grupo das maiores economias desenvolvidas e emergentes, o FMI aponta um ritmo de atividade mais positivo da economia global, com expansão mais firme em países desenvolvidos e estabilização do estresse em economias emergentes. No entanto, a entidade revisou ligeiramente para baixo as estimativas para as economias emergentes, por causa das condições financeiras mais apertadas em meio a um dólar mais forte e elevação das taxas de juros.

 

O FMI ressalva que as perspectivas globais podem mudar facilmente diante do acúmulo de incertezas e contribuir para uma volatilidade significativa nos mercados financeiros.

 

Para o FMI, isso depende de fatores como a implementação da política fiscal e a normalização da política monetária nos EUA, a gestão da transição na China, perturbações no comércio e investimentos, além das negociações do Brexit (a saída do Reino Unido da União Europeia).

 

Apesar de melhora na atividade econômica globalmente, a instituição considera que as perspectivas de crescimento no médio prazo continuam modestas para exportadores de commodities e países desenvolvidos.

 

Em vários emergentes, especialmente os afetados negativamente pelos níveis ainda baixos dos preços das matérias-primas, as perspectivas de expansão da atividade são fracas. Nos desenvolvidos, as taxas do PIB devem continuar abaixo da média histórica em 0,75 ponto percentual.

 

O alto endividamento das corporações ainda impede investimentos, enquanto taxas altas de inadimplência e fraca lucratividade de bancos afetam o fornecimento de crédito, acrescenta o relatório. “O ajuste dos exportadores de commodities a preços mais baixos continua”, diz o FMI.

 

Fluxos de capital

Sem mencionar o governo de Donald Trump e movimentos populistas, o Fundo constata que a ameaça de medidas protecionistas aumentou e faz uma forte defesa do sistema multilateral de comércio.

 

No relatório para os ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, o FMI destaca que as preocupações cresceram sobre efeitos adversos da integração econômica global e da mudança tecnológica sobre emprego e renda nas economias desenvolvidas.

 

O fundo nota que as pressões políticas para reverter essas tendências podem levar a rupturas no comércio global, prejudicando o crescimento, sem ajudar aqueles afetados pelas transformações estruturais da economia.

 

A deterioração dos compromissos de alguns países em relação ao sistema multilateral de comércio ameaça uma fonte crítica de crescimento da produtividade e resiliência global, acrescenta o FMI.

 

Além disso, a entidade global alerta que o forte aperto nas condições financeiras no cenário internacional podem deflagrar maior saída de capital de economias emergentes, e preocupações sobre a estabilidade financeira e fiscal em algumas economias avançadas podem se tornar mais agudas, e problemas geopolíticos podem se intensificar.

 

Economias emergentes e em desenvolvimento com taxa de câmbio atrelada ao dólar podem enfrentar desafios, afirma a entidade global.

 

 

 

(Fonte: Valor Econômico – 14/03/2017)

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