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Pequena Empresa

Notícias

BNDES vai priorizar financiamentos para pequenas e médias empresas neste ano

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira mudanças nas Políticas Operacionais de Transição com alterações em algumas regras de financiamentos. De acordo com o diretor de Planejamento do banco, Carlos Dias Costa, uma das novidades é a inclusão da Taxa de Longo Prazo (TLP) como referencial dos financiamentos. O foco do banco, segundo ele, será em projetos principalmente junto às pequenas e médias empresas, destacando os setores de infraestrutura, saneamento, transportes e exportações. O diretor destacou que o país precisa aumentar seu investimento em infraestrutura, que chegou a pouco mais de 2% no ano passado, para 5%.

 

Por conta da prioridade para as PMEs, o banco aumentou o orçamento neste ano do financiamento para capital de giro, o BNDES Giro, para R$ 32 bilhões, contra R$ 7 bilhões no ano passado. Do orçamento total neste ano, R$ 27 bilhões serão para operações indiretas e R$ 5 bilhões para operações diretas.

 

Segundo o diretor, a entrada em vigor da TLP, em substituição à TJLP, obrigou o banco a fazer uma série de mudanças em suas políticas operacionais.

 

- A mudança no cenário, com a convergência das taxas, a gente tem que ser mais simples, mais ágil e flexibilizar algumas restrições que perdem o sentido neste novo contexto. Por isso, criamos essa Política Operacional de Transição - explicou o diretor.

 

A partir de agora, o BNDES pode financiar, por meio da linha BNDES Finame, até 100% do valor de máquinas e equipamentos adquiridos por micro, pequenas e médias empresas. Para os demais produtos, a participação do banco no financiamento a MPMEs pode chegar a até 80%.

 

Entre as mudanças, está a decisão de acabar com o limite de 25% de distribuição de dividendos a acionistas, como critério para concessão de financiamentos.

 

A medida tem o objetivo de incentivar novos investimentos no país, segundo o diretor. As novas premissas têm como base a inclusão da Taxa de Longo Pazo (TLP) como referencial dos financiamentos e que está convergindo com a Selic.

 

De acordo com a regra anterior, para conseguir um empréstimo no banco, a empresa ficava impedida de distribuir mais do que 25 % de seus lucros em dividendos e o valor do empréstimo não podia representar mais do que 5% do ativo total da empresa. Isso era necessário para que uma empresa de grande porte tomasse empréstimos junto ao banco a juros bem abaixo do mercado e fizesse distribuição de lucros com dividendos.

 

A partir de agora, praticamente não tem mais essas restrições, a não ser para linhas de capital de giro direto, cuja restrição continua em até 5%.

 

Banco confirma devolução de R$ 130 bi ao Tesouro

Carlos Da Costa informou também que o banco pretende devolver R$ 130 bilhões este ano ao Tesouro Nacional.

 

- Nós somos parte do governo, e estamos trabalhando para melhorar o nosso país. E, para isso, precisamos de um equilíbrio sustentável das contas públicas. Quero reiterar a posição da diretoria e do Conselho de Administração. Nós estamos trabalhando para chegar na devolução dos R$ 130 bilhões - afirmou.

 

Segundo o diretor, o banco ainda vai fixar um cronograma para essa devolução, que não será feita de uma só vez. O desembolso deve começar em R$ 30 bilhões.

 

Esse montante de recursos que o banco vai devolver ao Tesouro Nacional é compatível com a previsão de desembolsos para este ano. Apesar de não ter o orçamento fechado, o diretor disse esperae que os desembolsos cheguem a cerca de R$ 100 bilhões, contra R$ 70,7 bilhões no ano passado.

 

 

 

(Fonte: O Globo – 11/01/2018)

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