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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Produção industrial recua em 8 de 14 locais em março, aponta IBGE

A produção industrial recuou em oito dos 14 locais pesquisados entre fevereiro e março, na série com ajuste sazonal, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal - Regional (PIM - Regional), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, na comparação com igual período de 2016, porém, houve crescimento em 8 de 15 locais.

 

Entre fevereiro e março, na média, a produção da indústria brasileira recuou 1,8%. Ante março do ano passado, houve crescimento de 1,1% na produção nacional.

 

A queda da produção em Santa Catarina, de 4% no confronto com fevereiro, na série com ajuste sazonal, foi a maior do mês, segundo o IBGE. O Estado do Ceará teve o segundo pior resultado, com queda de 3,1% no período.

 

Após a alta de 0,2% em fevereiro, São Paulo apresentou recuo de 1,7% na produção industrial em março. Foi o menor resultado na série com ajuste sazonal desde outubro do ano passado, quando o indicador paulista caiu 2,5%. No acumulado dos 12 meses, o maior parque industrial do país acumula perda de 2,3%. No primeiro trimestre do ano, a produção industrial paulista acumula alta de 0,1%.

 

Paraná (-2,9%), Minas Gerais (-2,8%) e Pará (-2,7%) também apontaram recuos mais intensos do que o verificado em nível nacional, de acordo com a pesquisa. Rio Grande do Sul (-1,2%) e Espírito Santo (-0,7%) completaram o conjunto de locais que mostraram redução na produção nesse mês. Pernambuco, com produção estável, repetiu fevereiro último.

 

Pelo lado positivo, percentualmente, o maior avanço foi registrado no Amazonas, que teve alta de 5,7% na produção industrial. Segundo o IBGE, as demais taxas positivas foram assinaladas por Bahia (2,0%), Rio de Janeiro (0,7%), Goiás (0,5%) e Região Nordeste (0,1%).

 

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou alta de 1,1% em março de 2017, com 8 dos 15 locais pesquisados apontando resultados positivos. Goiás (8%) e Rio Grande do Sul (7,4%) foram os dois locais com maior crescimento no período, impulsionados, principalmente, pelo crescimento na produção dos setores de produtos alimentícios no primeiro local e de bebidas (vinhos de uvas) e máquinas e equipamentos (tratores agrícolas e máquinas para colheita) no segundo.

 

Outros resultados positivos importantes foram registrados no Rio de Janeiro (6,1%), Santa Catarina (5,9%), Paraná (4,9%), Espírito Santo (2,4%) e Minas Gerais (2,4%). São Paulo, no entanto, com alta de 0,9%, ficou abaixo da média de crescimento nacional.

 

Por outro lado, Amazonas (-7,3%) apontou o recuo mais acentuado em março de 2017, pressionado, em grande parte, pelo comportamento negativo vindo dos setores de bebidas (preparações em pó para elaboração de bebidas) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, naftas para petroquímica e gasolina automotiva).

 

Os demais resultados negativos foram observados na Bahia (-4,3%), Ceará (-3,8%), Pará (-2,6%), região Nordeste (-2,5%), Pernambuco (-0,8%) e Mato Grosso (-0,3%).

 

 

 

(Fonte: Valor Econômico – 09/05/2017)

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