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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Produção industrial sobe 0,8% e tem melhor maio desde 2011

A produção da indústria brasileira cresceu 0,8% em maio, perante um mês antes, feitos os ajustes sazonais, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o melhor resultado para o mês, na série ajustada, desde 2011, quando a atividade cresceu 2,7%.

 

O resultado de maio veio um pouco acima da média estimada por 26 analistas consultados pelo Valor Data, de crescimento de 0,7%. O intervalo das estimativas ia de alta de 0,2% até avanço de 2%. O dado de abril foi revisado de alta de 0,6% para crescimento de 1,1%, na série dessazonalizada.

 

Na comparação com maio de 2016, a produção industrial subiu 4%. Em abril, no mesmo tipo de comparação, houve queda de 4,3% (taxa revisada de baixa de 4,5%). Nesse tipo de comparação é o melhor resultado para maio desde 2010, quando a indústria cresceu 14,3%. A expectativa dos economistas ouvidos pelo Valor Data era de aumentode 3,4%.

 

A produção industrial avançou 0,5% nos primeiros cinco meses do ano, mas diminuiu 2,4% nos 12 meses encerrados em maio. Nos 12 meses até abril, esse acumulado estava negativo em 3,6%.

 

Categorias econômicas

De abril para maio, a produção de bens de capital subiu 3,5%, a de bens intermediários cresceu 0,3%; a de bens duráveis avançou 6,7% e a de bens semi e não duráveis teve alta de 0,7%, com ajuste sazonal.

 

Em relação ao mesmo período de 2016, a produção de bens de capital registrou elevação de 7,6%, a de bens intermediários teve incremento de 2,9%; a de bens duráveis aumentou 20,7% e a de bens semi e não duráveis registrou acréscimo de 1,4%.

 

Atividades

O aumento de produção entre abril e maio atingiu 17 dos 24 ramos analisados pelo IBGE. Na série com ajuste sazonal, a principal influência positiva foi registrada por veículos automotores, reboques e carrocerias, que avançou 9,0%, influenciado, em grande parte, pela maior fabricação de automóveis e caminhões.

 

"Houve uma melhora clara nos estoques, e isso tem uma relação importante com as exportações, que estão crescendo num ritmo maior. É um canal importante para desaguar o estoque que estava elevado", afirmou o gerente da coordenação de indústria, André Macedo. "A produção, porém, continua muito errática", ponderou o economista do IBGE.

 

O resultado desse mês foi o mais elevado para o segmento de veículos desde dezembro de 2016 (10,4%). Em abril, houve expansão de 3,9% sobre março.

 

Outras contribuições positivas importantes, de acordo com o instituto, sobre o total da indústria, vieram de produtos alimentícios (2,7%) e de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4%).

 

Por outro lado, ainda na série ajustada, entre os seis ramos que reduziram a produção nesse mês, os desempenhos negativos mais relevantes foram registrados na produção de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,2%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-7,6%). Essas atividades apontaram taxas positivas em abril último: 1,9% e 13,9%, respectivamente.

 

Na comparação com maio de 2016, a indústria avançou 4,0% com resultados positivos disseminados em todas as quatro grandes categorias econômicas, 18 dos 26 ramos pesquisados pela PIM-PF, 51 dos 79 grupos e 59,0% dos 805 produtos pesquisados. É o melhor resultado para o índice de difusão de maio desde abril de 2013, quando o indicador estava em 66,7% na comparação com o ano anterior.

 

Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias, com aumento de produção de 27,9%, exerceu a maior influência positiva na formação da média da indústria, impulsionada, em grande parte, pelos itens automóveis, caminhão-trator, veículos para transporte de mercadorias, caminhões e autopeças.

 

Outras contribuições positivas relevantes sobre o total nacional vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (25,9%), de máquinas e equipamentos (8,9%), de indústrias extrativas (2,8%), de metalurgia (6,1%), de produtos do fumo (40,6%), de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (14,2%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,1%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (13,2%) e de produtos têxteis (9,5%).

 

 

 

(Fonte: Valor Econômico – 04/07/2017)

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