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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Confronto sobre comércio deve marcar cúpula do G-20

Além da formalização pelos Estados Unidos do racha com o resto do G-20 sobre o Acordo do Clima de Paris, a cúpula dos líderes das maiores economias desenvolvidas e emergentes, hoje e amanhã, em Hamburgo, deve ter confronto sobre comércio, mas também sinalizar rumos para a economia mundial.

 

"Podemos imaginar que não serão discussões fáceis", afirmou a anfitriã do encontro, a premiê Angela Merkel. "Globalização pode ser uma situação de win-win [onde todos ganham], não deve ser sempre de vencedores e perdedores."

 

A expectativa é de que mais de 100 mil manifestantes protestem nesses dois dias nas ruas da portuária Hamburgo, a segunda maior cidade alemã, atualmente sob proteção de 20 mil policiais.

 

Os membros do G-20, incluindo a União Europeia (UE), representam cerca de 65% da população mundial, 60% da área terrestre, 85% do PIB, 70% do comércio, assim como 85% da produção industrial, 82% da produção agrícola e 82% dos serviços globais. Veja o que se pode esperar dessa cúpula:

 

Economia mundial

Os líderes vão reconhecer o início da retomada do crescimento econômico, mas também a necessidade de os governos continuarem utilizando as ferramentas disponíveis para torná-lo forte, sustentável, equilibrado e inclusivo, nos planos nacional e internacional. As medidas em debate visam aumentar a estabilidade de preços, resistência a choques, sustentabilidade da dívida, reduzir a desigualdade de renda e fomentar o crescimento. Será adotado o Plano de Ação de Hamburgo, que avança na regulamentação do setor financeiro, na colaboração em temas tributários e na proposição de medidas contra lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.

 

Arquitetura financeira

O G-20 se comprometerá a concluir e implementar as reformas regulatórias do setor financeiro, principalmente o acordo Basileia III, e avançar na sua avaliação.

 

Cooperação tributária

Apoiará a implementação do plano "Erosão da Base Tributável e Desvio de Lucros" (BEPS) e o início, até setembro de 2018, da Troca Automática de Informações Tributárias (TAI).

 

Comércio internacional

Discutirá a situação do comércio internacional e deve indicar a expectativa de sucesso da XI Conferência Ministerial da OMC, em Buenos Aires, em dezembro. Rejeição ao protecionismo depende de braço de ferro com os EUA.

 

Energia e mudança do clima

Foco no Acordo de Paris. O G-20 deve reconhecer que os EUA estão isolados.

 

Saúde global

Tema introduzido neste ano na agenda do G-20. Serão anunciados compromissos coletivos para a busca de soluções ao aumento da resistência aos antibióticos, a resposta a emergências de saúde pública de interesse global e ao fortalecimento dos sistemas de saúde.

 

Desenvolvimento sustentável

Apoio à implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, novas metas da ONU.

 

Ajuda à África

O grupo deverá adotar o novo programa para a África, elaborado pelo FMI, Banco Mundial e União Africana, para estimular o investimento privado e em infraestrutura no continente.

 

Papel das mulheres

Renovará compromisso de reduzir em 25% a lacuna de participação de mulheres na força de trabalho, até 2025. Apoiará as iniciativas "eSkills4Girls", para participação de mulheres e meninas na economia digital, e a criação da "Women Entrepreneurship Facility", a ser operada pelo Banco Mundial, para promoção do empreendedorismo entre as mulheres.

 

Emprego

Seguem na agenda os compromissos coletivos assumidos durante as presidências da Austrália (redução de disparidades de gênero na participação no mercado de trabalho em 25% até 2025) e da Turquia (redução, em 15%, no mesmo período, da parcela de jovens em maior risco de não obterem colocação no mercado de trabalho). Apoiará treinamento da mão de obra para adaptação à economia digital.

 

 

 

(Fonte: Valor Econômico – 07/07/2017)

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