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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

União Europeia se consolida como principal parceira comercial do Brasil

Entre 2004 e 2015, o Brasil se consolidou como principal destino de investimento externo direto da União Europeia, segundo pesquisa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com a Delegação da União Europeia no Brasil. Apenas em 2015, o estoque de investimento estrangeiro do bloco em terras brasileiras somou 327,1 bilhões de euros, posicionando o Brasil como a terceira nação que mais recebeu da Europa, atrás apenas dos Estados Unidos e da Suíça.

 

Os dados foram divulgados no Mapa Bilateral de Investimentos Brasil - União Europeia, apresentado pela Apex na tarde desta quinta-feira. O levantamento utilizou como base estatísticas oficiais e informações sobre os investimentos externos. Não tratando apenas de questões puramente comerciais, a pesquisa também mostrou que o investimento das empresas europeias gerou 278 mil empregos no Brasil, entre 2006 e 2015.

 

- A União Europeia é responsável por mais 50% dos investimentos diretos no Brasil. É para ficar impressionado mesmo. Isso é claramente indicador dessa teia rica de relacionamento entre Brasil e Europa e um indício que essa relação deve continuar. O conhecimento desses dados ajuda a consolidar a causa da relevância de se fazer um acordo comercial entre ambos - disse Roberto Jaguaribe, presidente da Apex.

 

Mesmo com a crise financeira, o investimento médio do grupo no Brasil, entre 2010 e 2015, foi de 34,2 bilhões de euros por ano. O país também configura o segundo destino mais rentável para os investimentos europeus dentro do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), perdendo somente para a China. O embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, também se mostrou favorável ao fechamento de um acordo comercial.

 

- O acordo aumentará o comércio, de forma acentuada e rápida, e por ser um relacionamento comercial equilibrado e diversificado tem um potencial transformativo. Não é só um acordo comercial, é mais abrangente envolvendo serviços, contas públicas, indicadores geográficos, propriedade intelectual, entre outros. O que vislumbramos é não apenas o aumento do comércio mas também a aceleração de investimento com melhores condições de desenvolvimento. E a conjuntura política atual é favorável e devemos mostrar às nossas populações que podemos pôr a globalização para funcionar a favor dela.

 

Os setores que mais receberam investimentos da União Europeia foram manufatura (51,1%), infraestrutura de internet e tecnologias da informação e comunicação (16,2%) e serviços de negócios (9,9%), áreas de alto valor agregado. Segundo publicação do Valor Econômico, 133 empresas europeias entraram na lista das mil maiores companhias que atuam no Brasil. Os estados brasileiros que mais receberam investimentos foram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

 

Investimento bilateral

Em 2015, o Brasil investiu 127,6 bilhões de euros no bloco, sendo o quinto país fora do grupo a aplicar mais dinheiro e o primeiro do BRICS e da América Latina. A economia brasileira representou 68% dos investimentos latino-americanos destinados à União Europeia e 38,4% do investimento dos BRICS, equiparando-se à China. Entre 2006 e 2015, o país também foi responsável pela criação de 6.405 empregos.

 

A maior parte dos investimentos diretos está concentrada na área de serviços, nos setores financeiros e de seguros, atividades profissionais, científicas e técnicas e metalurgia básica e fabricação de produtos metálicos. Já os investimentos produtivos são focados em energias renováveis, alimentação e fumo, setor aeroespacial e serviços financeiros. Em 2015, a receita de empresas brasileiras atuando na Europa foi de 3,6 bilhões de euros.

 

 

 

(Fonte: O Globo – 21/09/2017)

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