Rio de janeiro
Agenda Inovação Dezembro -   Janeiro    -     Fevereiro   Avançar Voltar 2017 -   2018 Avançar
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • 01
  • 02
  • 03
  • 04
  • 05
  • 06
  • 07
  • 08
  • 09
  • 10
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • 27
  • 28
  • 29
  • 30
  • 31
Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

O futuro papel dos BRICS

Uma das mais fortes discussões na cúpula entre Índia e União Europeia que está sendo realizada em Nova Délhi nesta semana é o papel que os BRICS devem representar durante a segunda década de existência do grupo. Há muito tempo a sigla deixou de ser apenas um acrônimo dos cinco principais países emergentes e ampliou sua influência nas negociações sobre o mundo globalizado, mas ainda existe uma dispersão de objetivos que atrasa uma maior cooperação que vá além da retórica sobre a geopolítica.

 

Publicações recentes do centro de estudos indiano Observer Research Foundation têm se debruçado sobre essas questões. Segundo os pesquisadores do think tank, é necessário encontrar pontos de convergência entre os objetivos de cada nação em fazer parte do grupo.

 

Brasil e África do Sul, por exemplo, buscam ser as respectivas referências dos continentes sul-americano e africano no chamado "século asiático", enquanto a Rússia quer um contrapeso político ao sistema atlântico que comanda o mundo desde o final da 2ª Guerra. Enquanto isso, a China investe num sistema de governança em que sua influência política seja proporcional ao seu crescente peso econômico e a Índia procura um equilíbrio entre seu status atual e sua antiga identidade de líder do mundo em desenvolvimento.

 

Duas ações recentes têm o peso de alavancar o bloco dos cinco emergentes e atender aos desejos individuais: a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o "banco dos BRICS", e o Arranjo de Reserva Contingente (CRA), uma espécie de fundo monetário para ser usado em momentos de crise. Ambas as iniciativas são ao mesmo tempo opção e crítica à insuficiência de respostas de organismos como FMI e Banco Mundial aos problemas específicos dos países em desenvolvimento.

 

Mas é possível avançar também no comércio exterior. Em 2015, as exportações intra-BRICS totalizaram US$ 296,7 bilhões. Parece muito, mas só a China - carro-chefe do bloco - possui uma corrente de comércio com os Estados Unidos duas vezes maior do que com os parceiros emergentes.

 

 

 

(Fonte: DCI – 06/10/2017)

Destaques

Livro Branco da Inovação Tecnológica

Instituições Associadas

ABIFINA
ABIMO
ABINEE
ABIQUIM
ALANAC
FIEMG
IPD FARMA
SEBRAE