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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

BNDES financia mais ao Nordeste

Enquanto em âmbito nacional os números mostram um cenário relativamente tímido de recuperação econômica, no Nordeste essa tendência tem acontecido de maneira mais intensa. Sinal disso são os empréstimos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) para projetos localizados na região, que somaram R$ 14,2 bilhões em 2017, gerando e mantendo 235 mil postos de trabalho. O volume de recursos é correspondente a 20% de participação no ranking nacional. O percentual é maior que a média de desembolsos feitos pelo banco na região nos últimos cinco anos (de 14,5%), além de ser o maior índice de participação do Nordeste desde o início do levantamento, em 1995.

 

Os números, divulgados ontem, mostram que o cenário de retração econômica no país não tirou o interesse dos investidores em aportar recursos no Nordeste. “Foi a única região com crescimento líquido de desembolsos no ano passado”, afirmou Carlos Alexandre da Costa, diretor de Planejamento do banco. A boa performance do Nordeste junto ao BNDES iniciou na metade do ano, diferentemente do restante do país. A fase de consultas (quando clientes levam projetos para a análise do banco) teve um aumento a partir de julho, diferentemente do cenário nacional, que registrou alta somente em dezembro. Já as aprovações de projetos para a região mantiveram uma tendência de alta durante todo o ano passado, fechando o período com R$ 13,1 bilhões (recursos a serem ainda liberados).

 

Projetos de energia eólica puxaram o resultado positivo, com R$ 6,6 bilhões liberados. “A instalação de parques éolicos é resultado de anos de pesquisa e investimento em infraestrutura. Não temos apenas os desembolsos para os parques em si, mas na cadeia produtiva que gera uma grande quantidade de empregos”, disse Costa. Os estados do Piauí (154,7%), Maranhão (81,9%) e Paraíba (73,6%) foram os que apresentaram maiores crescimentos percentuais de desembolsos em relação a 2016.

 

No caso de Pernambuco, que não dispõe de boas condições climáticas para o modal eólico, o destaque em 2017 foi para o projeto de uma nova planta industrial e unidade de pesquisa e desenvolvimento da Baterias Moura, localizada em Belo Jardim, com empréstimo no valor de R$ 230 milhões. A fábrica da Aché, localizada no Cabo de Santo Agostinho e que vai receber R$ 226 milhões do banco, também foi considerada importante pela estatal. Os dois projetos estão entre os cinco maiores do estado contratados pelo BNDES no ano passado. “O estado registrou um salto de consultas em infraestrutura. Em 2017, em logística e energia, foram R$ 3,5 bilhões. Não tenho dúvidas de que Pernambuco vai dar novo salto este ano. Terminamos 2017 com um saldo de R$ 5,2 bilhões em carteira (entre projetos aprovados e os que estão em análise)”, acrescentou o chefe do Departamento Regional Nordeste, Caio Ramos.

 

 

 

(Fonte: Diário de Pernambuco – 02/02/2018)

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