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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Brasil perde espaço nas importações dos países da Aliança do Pacífico

Nos últimos dez anos, o Brasil perdeu espaço nas importações dos países que integram a Aliança do Pacífico, bloco formado por México, Colômbia, Peru e Chile. Segundo um levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao qual O GLOBO teve acesso, de 2008 a 2017, houve queda na participação das exportações brasileiras em 19 dos 25 principais setores importadores desses países. A presença de automóveis nas compras do bloco caiu de 7,2% em 2008 para 4,8% em 2017 e as vendas de aeronaves tivera uma queda 6,3% do total para 0,8%, entre outros exemplos. Quem saiu ganhando foi a China, seguida por União Europeia e Estados Unidos.

 

O estudo da CNI será apresentado nesta terça-feira, em Brasília, durante um seminário, no Itamaraty, com a participação de representantes dos governos dos países do Mercosul e da Aliança do Pacífico, além de acadêmicos e empresários. Um acordo de livre comércio entre os dois blocos passou a ser prioridade. Segundo Fabrizio Panzini, gerente de Negociações Internacionais da CNI, é para México, Colômbia, Chile e Peru onde olham os empresários brasileiros que querem começar a exportar ou investir em outro país.

 

— Somados, os países da Aliança do Pacífico foram os que mais receberam investimentos brasileiros (R$ 18 milhões) na última década. Eles têm relevância do ponto de vista das decisões de nossas empresas se internacionalizarem — disse Panzini.

 

Apesar da importância dada à região, a participação do Brasil nesses países é muito baixa. No México, houve uma queda da presença de exportações brasileiras no total importado por aquele país de 1,7% para apenas 1,3%. Enquanto isso, a fatia da China, que era de 11,2%, subiu para 17,6%. Os Estados Unidos têm 46,4% e a União Europeia, 11,6%.

 

O Brasil detém, hoje, somente 5% das importações da Colômbia, enquanto China tem 19%; EUA, 26,3%; e União Europeia, 19%. No Peru, a participação brasileira é de 6% e, no Chile, 8,6%.

 

— Os quatro países da Aliança do Pacífico têm acordos com EUA e União Europeia. Chile e Peru, especificamente, já têm tratados de livre comércio com a China. Se ampliarmos o número de acordos comerciais, isso vai nos ajudar a correr atrás do prejuízo — afirmou Fabrizio Panzini.

 

 

 

(Fonte: O Globo – 04/06/2018)

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