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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Em meio à pandemia, Brasil eleva importações

Em meio à crise gerada pela pandemia de Covid-19, que vem levando países em todo mundo a tomar medidas como o isolamento social, a balança comercial brasileira registrou aumento em importações em alguns setores em abril. O Brasil comprou mais do exterior produtos como equipamentos e acessórios sanitários, animais vivos, tubos, canos e mangueiras, trigo, carvão, fertilizantes e adubos, torneiras, polímeros de etileno, geradores elétricos, entre outros.

Até a terceira semana deste mês, o Brasil importou ao dia uma média de 609 mil toneladas. O número é 12% maior do que no mesmo período de 2019. Já em relação ao valor, houve queda de 10% na mesma comparação, com US$ 582 milhões. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia, através da Secretaria de Comércio Exterior.

Até agora, o setor da agropecuária foi o que mais elevou suas importações neste mês. A média diária de volume de compra foi de 63 mil toneladas, com crescimento foi de 36%, em relação a abril de 2019. Cresceram as compras de cevada não moída em 278% em volume. Outro destaque foi "animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos", que teve compras elevadas em 456% em volume.

Produtos da indústria de transformação também tiveram mais importação. Eles são os grandes responsáveis pela importação brasileira. O crescimento foi de 7% % no acumulado de abril, mas a receita foi menor. Um dos itens que mais elevou suas importações foram os tubos, canos e mangueiras, e seus acessórios, de matérias plásticas. O Brasil comprou mais no exterior, neste segmento, também equipamentos e acessórios sanitários, de canalização e aquecimento.

O coronavírus também não prejudicou a produção e exportação de grãos no Paraná. No mês de março, a movimentação no estado teve aumento de 21% em comparação com o mesmo mês de 2019. E a expectativa dos terminais que integram o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá é que, no semestre, o aumento seja de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As perspectivas positivas são amparadas por três fatores principais: a alta na produção paranaense, a mudança favorável no câmbio e a retomada das compras pela China.

Um dos fatores que favoreceram os produtores de grãos foi a variação do câmbio que, hoje, está favorável para a exportação.

A China é o principal comprador de grãos brasileiros, especialmente no primeiro semestre.

Usualmente, o Porto de Paranaguá movimenta mais milho no segundo semestre. E, neste ano, há a possibilidade de que a crise gerada pelo novo coronavírus possa favorecer as exportações do produto.

 

 

 

 

(Fonte: Monitor Digital - 28/04/20)

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