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Notícias - RETS

AbineeTec 2011 discute oportunidades na área de eletroeletrônicos

"A histórica falta de investimentos, que tem gerado ineficiências em nossos sistemas de transportes, saneamento e logística em geral, pode representar uma avenida de oportunidades daqui para frente". A afirmação foi feita pelo presidente da Abinee, Humberto Barbato, na abertura do Fórum AbineeTec 2011, realizado no Anhembi, em São Paulo, que teve como tema Infraestrutura - Um Salto para o Desenvolvimento.

O evento contou com presença do Ministro Aloísio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, além de autoridades dos poderes legislativo e executivo, autarquias, empresários e profissionais das empresas do complexo elétrico e eletrônico e de outros setores.

Em seu pronunciamento, Barbato afirmou que, em um cenário de globalização, onde os investimentos se deslocam pelo mundo atrás das melhores condições e a concorrência, principalmente chinesa, está colada nos calcanhares da indústria, torna-se inadmissível que o Brasil ainda apresente precárias condições nas áreas de transportes, logística, infraestrutura de telecomunicações e do arcabouço regulatório.

No entanto, o presidente da Abinee disse estar esperançoso e confiante com as oportunidades que surgem. "Acredito que os grandes eventos esportivos internacionais, que serão sediados pelo Brasil, como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016, servirão para impulsionar a infraestrutura e representarão um "divisor de águas" em nosso destino", destacou.

Segundo Barbato, se ao esforço para "revolucionar" a infraestrutura do País, for adicionado o que será feito na área de petróleo e gás, cujos investimentos do pré-sal são de tirar o fôlego, o horizonte é bastante promissor para a economia brasileira.

Diante deste cenário, o presidente da Abinee fez um alerta ao salientar que não é admissível que importantes setores da indústria instalada no País sejam alijados das promissoras oportunidades que se apresentam, por serem vítimas de uma perversa e desfocada política de câmbio e juros, que está comprometendo fortemente a competitividade das empresas, em benefício da concorrência externa, muitas vezes desleal.

"Neste contexto, a Petrobras, como empresa estatal que é, deve cumprir seu papel atuando como instrumento de política industrial, contribuindo para o crescimento das empresas instaladas no Brasil, disse Humberto Barbato. E, explicou: "O que eu quero dizer é que a Petrobras precisa cumprir os índices de agregação de conteúdo local, considerando todos os elos da cadeia de fornecedores e não o custo total do projeto".

Segundo o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, o Brasil desfruta hoje de uma posição de destaque, com estabilidade econômica e institucional. "Além disso, e, principalmente, esta condição foi proporcionada pela incorporação de uma parte da população no desenvolvimento e que hoje forma a base do mercado interno consumidor.
Mercadante admitiu, porém, que o crescimento brasileiro dos últimos anos esbarra em problemas de infraestrutura. "Por conta deste crescimento que estamos apresentando, precisamos acelerar os investimentos nesta área", disse, citando que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é uma resposta direta a essa necessidade.

Em sua fala, secretário estadual de Gestão Pública, Julio Semeghini, que representou o governador do Estado de São Paulo na ocasião, destacou as ações do governo paulista em parceria com o governo federal, como no caso do Rodoanel. Disse também que os investimentos necessários em infraestrutura são não só para a busca da competitividade como para a realização dos eventos esportivos que o país sediará. Apesar disto, Semeghini disse ser fora de propósito que, neste momento de oportunidades, o Brasil assista a uma verdadeira guerra fiscal, que compromete a implantação de uma política industrial.

Heloísa Regina Menezes, Secretária do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), representando o ministro Fernando Pimentel, destacou o compromisso da pasta para que se avance em uma política industrial, que traga competitividade às empresas. Segundo ela, um dos pilares desta política é a inovação. "Nossa intenção é reverter o desequilíbrio que existe na balança comercial de alguns setores como o eletroeletrônico", disse Heloisa.

Além do Fórum, os seminários do AbineeTec 2011 debaterão temas como inovação, na terceira edição do Enitee, Smart Grid, Meio Ambiente, Lei de Informática, Energia Fotovoltaica entre outros.


(Fonte:
Abinee - 29/03/2011)

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