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Notícias - RETS

Abinee defende compartilhamento de riscos em inovação

Por ter que enfrentar problemas com insegurança jurídica, pesada carga tributária, câmbio desajustado e outros fatores do Custo Brasil, as empresas precisam do apoio efetivo do governo para alavancar a inovação no país. Esta foi a tônica da fala do presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato. "Nos países bem sucedidos nesta área, o compartilhamento de riscos é fator essencial. Principalmente, nos países do leste asiático que já se tornaram exemplos", afirmou, na abertura do 3º Encontro Nacional de Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica (Enitee), realizado na quinta-feira, 31de março, no âmbito do AbineeTec 2011.

Segundo Barbato, o Brasil deve utilizar as compras públicas neste sentido. Citando o embaixador do Brasil para o Mercosul, Regis Arslanian, que classificou as demandas do governo como a verdadeira jóia da rainha, Barbato afirmou: "não podemos guardar estas jóias em um cofre, inviabilizando o acesso por parte das empresas instaladas no país."

Ele destacou, ainda, a oportunidade da indústria dialogar com o governo temas que preocupam as empresas. "Nosso objetivo é angariar subsídios para que possamos desenvolver ações pertinentes junto aos ministérios e entidades públicas, visando uma maior competitividade da nossa indústria, evitando, assim, o agravamento do processo de desindustrialização em vigor hoje no Brasil", disse.

Discussão sobre mecanismos de estímulo à inovação

Durante o 3º Enitee representantes de órgãos governamentais apresentaram os mecanismos disponíveis para inovação. A principal novidade foi o anúncio feito pela assessora da presidência do BNDES, Margarida Baptista, em relação às alterações no Programa PSI Inovação, que entraram em vigor no dia 1º de abril.

Outra novidade apresentada por Margarida foi o Programa PSI BK Tecnologia Nacional, que nasceu no âmbito da PDP e também começa a operar na mesma data. O programa financia a aquisição de equipamentos de TICs com Tecnologia desenvolvida no país a juros de 5% ao ano.

Para produtos fabricados no País, que cumpram o PPB, mas não possuem tecnologia nacional, as taxas são de 6,5% para MPMEs, e 8,7% para os demais. "A premissa básica do PSI BK TIC é que empresas que desenvolvem tecnologia devem ter incentivos mais agressivos", disse, ressaltando a diferença entre produtos fabricado no Brasil e produtos com tecnologia nacional.

Também participando do evento, o diretor do Departamento de Fomento à Inovação do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, destacou que o país tem avançado nos instrumentos de inovação nos últimos anos, com presença importante do BNDES, ao lado da Finep. Segundo ele, a desafio que se impõe é promover a interação entre os mecanismos disponíveis, o que já está acontecendo nas discussões sobre a PDP2 e o programa de ciência e tecnologia.

O diretor de tecnologia da Abinee, Nelson Luís Freire, também salientou o aumento dos mecanismos para inovação e a falta de interação entre eles. Para ele é necessário avançar, como, por exemplo, na questão dos temas propostos pelos editais de subvenção econômica da Finep. "Os temas são verdadeiras caixas-pretas para os empresários e estão desconectados do mercado", enfatizou Freire.

 

(Fonte: Abinee - 01/04/2011)

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