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RETS

Notícias - RETS

Custo Brasil provoca fuga de indústrias

A combinação entre real valorizado e altos custos de produção estão levando o Brasil a perder indústrias instaladas no País. Essa é mais uma das faces do processo de desindustrialização, tema do X Encontro Nacional da Inovação Tecnológica (Enitec). De acordo com o presidente do Sindicato de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Amazonas (Sinaees), Wilson Perico, cerca de dez empresas do setor deixaram a Zona Franca de Manaus. Mas continuam abastecendo o mercado nacional com produtos importados de outras filiais, principalmente da Ásia.

Maior fabricante mundial de laminados de alumínio, a americana Novelis fechou em 2010 sua fábrica em Aratu, região metropolitana de Salvador, demitindo 500 funcionários. O motivo alegado foi o custo de produção superior ao dos concorrentes, em especial o câmbio valorizado e o alto custo da energia elétrica.

Também no ano passado, a Philips fechou a fábrica de lâmpadas automotivas de Recife. Agora, abastece o mercado de produtos importados de suas unidades na Ásia e Europa. A Vulcabras Azaleia optou por criar uma nova fábrica de calçados no Oriente, que poderá exportar inclusive para o Brasil.

No interior de São Paulo, a indústria de bens de capital Kone produz uma furadeira ao custo de R$ 90 mil, enquanto compra da China por R$ 30 mil. Hoje, dois terços do faturamento da empresa são obtidos com a importação e a venda das máquinas chinesas, deixando sete mil metros quadrados de sua estrutura produtiva ociosos. Em última instância, quem perde com o desmantelamento das indústrias é a sociedade brasileira.

O contexto de enfraquecimento do setor produtivo nacional será debatido no X Enitec, que terá como tema "Déficit tecnológico e riscos de desindustrialização". O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de maio, em São Paulo.

No fim do X Enitec, será consolidada uma Carta de Proposições para ser encaminhada ao governo federal. Contribua antecipando suas sugestões de mudanças nas políticas econômica e de inovação para o e-mail enitec@protec.org.br.

(Fonte: Boletim Enitec - 28/04/2011)

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