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Ministro propõe colaboração em PD&I entre países do BRICS no setor agrícola

Para fortalecer o BRICS (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) na área agrícola, é necessário, além de intensificar a cooperação entre os países, promover a pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) entre as nações. A avaliação é do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ao participar do 7º Encontro de Ministros da Agricultura do grupo, realizada em Nanjing, na China.

 

“Quero destacar a importância de colaborarmos mais intensamente na promoção da pesquisa, pois isso é fundamental para o sucesso de nossos produtores”, destacou Maggi, lembrando que, nos anos 1970, o governo brasileiro criou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para responder demandas da agropecuária e enfrentar desafios do futuro. O que permitiu, observou o ministro, aumentar a produção de grãos em 386% nos últimos 40 anos, enquanto a área utilizada na agropecuária cresceu 33%, 11 vezes menos.

 

O ministro propôs ainda criar um fórum empresarial agrícola do BRICS. “Tenho certeza que podemos aprender muito mais uns com os outros. Todos têm experiências a compartilhar sobre integrar pequenos produtores ao mercado, agregar valor à produção, produzir preservando o meio ambiente”, comentou.

 

Maggi considera a possibilidade de cooperar na coordenação de posicionamentos nos fóruns multilaterais para garantir ganhos comuns, e lembrou a criação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS, “importante instrumento para financiar projetos agropecuários inovadores”.

 

Ele defendeu também um padrão de comércio agrícola “mais aberto e equilibrado”. Segundo o ministro, é muito difícil garantir ao mesmo tempo volume, preço baixo, qualidade, sanidade e sustentabilidade do alimento que chega aos consumidores mantendo as fronteiras fechadas ao comércio. Para ele, não há como solucionar os desafios globais de segurança alimentar, inocuidade do alimento e sustentabilidade mantendo pesadas restrições ao comércio.

 

“Não podemos perder a oportunidade que este bloco representa para a ampliação do comércio agrícola entre nossos países. Se pretendermos ser, efetivamente, um bloco, o comércio entre nossos países deveria ser mais fácil do que com outros países”, declarou. É fundamental contarmos com mecanismo para superar barreiras ao comércio”, ressaltou.

 

China

 Maggi se reuniu com parceiros dos países do bloco. Com o ministro da Agricultura da China, Han Changfu, afirmou que o Brasil é um grande parceiro comercial, o que tem permitido atrair cada vez mais empresas chinesas a investirem no país nas áreas de agricultura, energia elétrica, distribuição de energia e infraestrutura.

 

Na avaliação de Blairo Maggi, há interesse em estimular cada vez mais a parceria, e acrescentou que estão em andamento reformas na área da previdência social, e também trabalhista, que permitirão diminuir custos para produtores e indústrias. “O Brasil é um país seguro, é um país que respeita os contratos, que respeita aquilo que foi combinado. É um país onde, cada vez mais, a China e os chineses podem fazer investimentos, que não terão problemas nenhum”, observou.

 

 

 

(Fonte: Agência ABIPTI – 21/07/2017)

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