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Universidades devem integrar rede estratégica da Defesa, afirma ministro

Estabelecer pontes entre a demanda de conhecimento do Ministério da Defesa (MD), das Forças Armadas e a produção científica das universidades deve ser um objetivo do governo e dos representantes da academia A avaliação é do ministro da Defesa, Raul Jungmann, que participou de um evento do Instituto Brasileiro de Estudos em Defesa Pandiá Calógeras (IBED), no Rio de Janeiro (RJ), que reuniu cerca de 25 acadêmicos, entre civis e militares.

 

Segundo o ministro, as universidades devem integrar a rede de inteligência estratégica da Defesa. “Precisamos ter uma política de gestão do conhecimento e da relação entre a Defesa, a academia e as universidades, sejam civis ou militares. Para isso, eu já marquei uma reunião para retomar estes temas com representantes da academia, do IBED, das escolas e centros de pesquisas militares e começar a dar forma a esta política pública de gestão do conhecimento voltado para a defesa brasileira, a soberania e os interesses nacionais”, afirmou Jungmann.

 

Também foi debatida uma proposta de intercâmbio de dados do Ministério da Defesa com as universidades. O objetivo é criar uma ponte para que a informação flua nos dois sentidos e a pasta induza a criação de novos conhecimentos em áreas de interesse estratégico. Alguns exemplos são a Estratégia Nacional de Defesa, o Livro Branco de Defesa Nacional e, em especial, assuntos como o entorno estratégico de defesa do Brasil, as fronteiras, a percepção de ameaças, projetos estratégicos das Forças e a base industrial de defesa.

 

Existem atualmente alguns mecanismos de incentivo, como o Programa Álvaro Alberto, cujos recursos, oriundos do MD e administrados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), já possibilitaram a produção de pesquisas desde o seu lançamento, em 2014.

 

Foram destacadas ainda a necessidade de atualização e a expansão de outros programas acadêmicos voltados para defesa, como o Pró-Defesa, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e o Pró-Estratégia. A ideia é buscar novas possibilidades de apoio junto ao empresariado privado, aproximando o setor produtivo da academia.

 

Por fim, foi proposta a criação e fortalecimento de redes de pesquisa, tanto nacionais quanto internacionais. Os mecanismos da Capes, por exemplo, poderão ser melhor utilizados para a formação de consórcios universitários de pesquisa e de mobilidade acadêmica, como o recebimento de professores visitantes, mestrados e doutorados sanduíche, tanto no Brasil, quanto no exterior. No Brasil, essa mobilidade deverá conectar as regiões do país, para que não se concentre só no Centro-Sul.

 

"Estabelecemos um ponto de partida para uma relação mais interativa e profícua entre o Ministério da Defesa e a comunidade acadêmica. O ministério demanda aquilo que é necessário para a realização e efetivação da política de estado e a academia responde positivamente e é fomentada pelo MD”, analisou o diretor do IBED, Fabrício Neves.

 

O chefe de gabinete do Ministério da Defesa, embaixador Alessandro Candeas, juntamente com o IBED, irá coordenar um comitê, que deverá se reunir em 15 dias. “Iremos identificar as demandas que cada um dos lados tem, e a partir daí fazer todos os eventos, linhas de pesquisa, e publicações. O Pandiá será o ponto focal deste grupo de trabalho pelo MD, e pelo lado da academia será o professor Alcides, presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa [ABED]. Vamos recolher essas primeiras ideias e montar um plano de ação”, explicou.

 

 

 

(Fonte: Agência ABIPTI – 18/07/2017)

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