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RETS

Notícias - RETS

Químicos da Embrapa aceleram registros de defensivos

 “O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento convocou químicos que trabalham na Embrapa para aumentar a capacidade de análise de produtos técnicos equivalentes”. A revelação foi feita por Carlos Ramos Venancio, que é Coordenador-Geral de Agrotóxicos e Afins no Mapa, em entrevista ao Portal Global Agrochemicals.

 

“Com o registro destes produtos, foi possível avançar sobre os produtos formulados a eles vinculados. Além disso, revisões de procedimentos ocorridas no âmbito da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também contribuíram para este avanço significativo no número de produtos registrados”, afirmou Venancio.

 

O engenheiro agronômo especialista em Proteção de Plantas se referia número recorde aos 405 registros de defensivos agrícolas concedidos em 2017, o que siginificou um aumento de nada menos que 46% em relação ao número liberado em 2016.

 

Falando sobre os produtos biológicos para o controle de pragas na agricultura, o especialista menciona que houve um avanço no conhecimento de diversas espécies e organismos, o que possibilitou identificar quais têm atividade benéfica e quais auxiliam os agricultores no controle das pragas agrícolas: “Também houve avanços consideráveis com o estabelecimento de uma regra clara para registro de produtos destinados à agricultura orgânica, possibilitando um aumento tanto no número de produtos registrados quanto no uso deles no campo”.

 

Sobre a fiscalização do mercado de defensivos, Venancio garante que o Mapa tem o foco de fiscalizar se as autorizações concedidas por ocasião dos registros estão sendo cumpridas na prática: “Para produtos ilegais a situação é bem complexa e a fiscalização tem atuado de maneira coordenada com autoridades policiais e outros órgãos de fiscalização federais e estaduais. Além disso, o Mapa vem tratando este tema com países integrantes do Mercosul, pois entende que a efetividade da ação dependerá necessariamente de uma ação coordenada entre todos os países do bloco”.

 

 

 

(Fonte: Agrolink – 30/01/2018)

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