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SENAI

Notícias

Institutos participantes da Embrapii apresentam seus resultados

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI) e o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Cimatec) apresentaram, na 13ª Conferência Anpei, a sua experiência na fase piloto de operação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O evento, em Vitória, foi encerrado nesta quarta-feira (05/06).

 

O painel sobre a Embrapii foi moderado pelo diretor de inovação do Instituto Euvaldo Lodi, associação ligada à Confederação Nacional da Indústria (CNI), e coordenador executivo da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), Paulo Mol.

 

“A Embrapii é um projeto totalmente novo, com uma estrutura muito diferente das já existentes para apoiar a inovação”, explicou Mol, na abertura. A organização trabalha com uma rede de laboratórios credenciados. “Seu foco é centrado na demanda empresarial, numa proposta de compartilhamento de riscos no processo, já que Governo, empresa e instituto destinam um terço do valor do projeto, cada um, para financiá-lo. É um novo processo de financiamento à inovação”, acrescentou.

 

O gerente do Núcleo Estratégico Senai Cimatec, Luis Breda, contou que o modelo escolhido para a iniciativa levou o instituto a mudar sua forma de atuação. Para trabalhar no tempo da organização, teve de estruturar novos processos para identificar os tipos de projetos que pudesse apoiar. “Tivemos de sair a campo, visitar empresas, participar de fóruns, falar com associações empresariais para apresentar como funciona a Embrapii. Foi um movimento bastante positivo”, comentou. “Inovamos na forma de fazer projetos, prospecção, apresentar propostas. Tivemos que nos reinventar.”

 

O Senai Cimatec tem 13 projetos em carteira, que somam R$ 20 milhões, com execução de um a dois anos. Para participar da Embrapii, construiu instrumentos de avaliação, prospecção e aprovação de projetos, trabalhando questões como a confidencialidade e a definição dos critérios de aprovação dos projetos. A titularidade da propriedade intelectual é sempre da empresa. O percentual de royalties é variável e vai de zero a 50%.

 

Depois do planejamento, a instituição partiu para a captação de projetos, estabelecendo contato com federações de indústria de vários estados, a exemplo de Paraná, Santa Catarina, Paraíba e Bahia. Também participou de diversos eventos para divulgar a Embrapii, aproveitando as ocasiões para já agendar a discussão de projetos com empresas interessadas. Os projetos são construídos de forma conjunta com as companhias. Na Embrapii, o Senai Cimatec atua em projetos nas áreas de manufatura e automação.

 

Área nova

 

O IPT decidiu inscrever na Embrapii sua área de nanomanufatura e, posteriormente, ampliou o atendimento para novos materiais. “Começamos com uma área nova na instituição, e tivemos de ir à luta. Fizemos um evento de divulgação para potenciais clientes, empresas que estavam mais ligadas ao nosso escopo de atuação, e usamos as redes dos nossos próprios pesquisadores, que estão procurando as empresas”, contou a diretora de inovação do instituto, Zehour Panossian.

 

Estão sob responsabilidade do IPT nove projetos, que totalizam quase R$ 20 milhões em investimento. Além do evento, o instituto procurou por um núcleo de micro e pequenas indústrias na prospecção. Também fez contato com empresas de automação. As questões de propriedade intelectual são definidas caso a caso.

 

O diretor do INT Carlos Alberto Marques Teixeira relatou que há cerca de 25 projetos em andamento na instituição e afirmou que ainda há espaço para atender novas demandas, que se intensificaram após o lançamento do Plano Inova Empresa, do qual a Embrapii faz parte, pela presidente Dilma Rousseff. “Além de conhecer e trabalhar melhor o nosso conjunto de tecnologia, fizemos uma análise interna para poder conhecer um pouco melhor nossa capacidade de oferta”, contou.

 

Segundo ele, todo o instituto foi mobilizado para aproveitar oportunidades de estabelecer parcerias com empresas, inclusive por meio do uso das redes de relacionamento dos seus profissionais. No ambiente externo, trabalhou a demanda entre federações de indústria e associações empresariais setoriais. Os direitos de propriedade intelectual são repartidos meio a meio e, segundo Teixeira, esse quesito não impediu o fechamento de acordos com nenhuma empresa até o momento. O INT atende projetos nas áreas de energia/petróleo e gás e de saúde.

 

(Fonte: Portal MCTI - 06/06/2013) 

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