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SENAI

Notícias

Mesmo durante crise econômica, é possível o investimento-anjo crescer

Em meio a uma crise econômica no país, é esperado que imaginassem que o investimento esteja diminuindo, principalmente após a Austin Rating, agência de classificação de risco, rebaixar a classificação do Brasil para BB-. No entanto, isso não está ocorrendo no setor de investimento anjo.

 

Em primeiro lugar, é importante lembrar que o investimento-anjo é destinado a empreendimentos inovadores, no começo de seu funcionamento e não em mercados tradicionais. E como geralmente as startups são negócios disruptivos, elas estão inseridas num mercado novo, sem competidores estabelecidos no sistema há longa data, sem contar que as startups costumam ser bem ágeis num momento de mudanças. Além disso, com o objetivo de driblar a crise, vários negócios podem nascer.

 

Tendo isso em mente, podemos dizer que, mesmo em meio a crise, investidores-anjo ainda se sentem seguros para continuar suas atividades. Também, é importante se ater à noção de que investimento-anjo é de médio a longo prazo. Por isso, a expectativa é de que já tenha maior estabilidade econômica no momento do retorno.

 

Mais ainda, os investidores-anjo procuram diversificar seu portfólio de investimento, conforme sua tese de investimento. Não costumam aportar todo seu investimento em uma única startup ou em um único setor.

 

É certo também, que o esforço feito para disseminar o investimento anjo no Brasil está gerando mais investidores ativos. Essa disseminação se dá, principalmente, através de redes como a Anjos do Brasil, iniciativas governamentais, como a lei de reconhecimento do investimento anjo LC 155 e iniciativas de órgãos como FINEP e BNDES. Hoje, investimento-anjo já é um conceito bem mais conhecido pelos empreendedores.

 

A Anjos do Brasil, por exemplo, conecta empreendedores e investidores através de uma plataforma online. Os investidores tem acesso aos projetos e podem entrar em contato com os empreendedores que tiverem interesse. A Anjos também promove eventos, cursos presenciais e online e apresentações de startups com alto potencial de crescimento.

 

Além disso, investidores que participam da rede tem o acesso gratuito a cursos de ensino a distancia que auxilia no acesso às informações de boas práticas do investimento anjo. Ela proporciona apresentações de investidores-anjo, advogados especialistas e empreendedores investidos, promovendo a troca de informações e conhecimento.

 

A Anjos incentiva bastante o contato investidor – empreendedor, para assim fazer crescer uma economia baseada em inovação, criatividade e soluções, e fortalecer o ecossistema de empreendedorismo.

 

Para conhecer melhor a rede e como se tornar um membro, acesse aqui.

 

Para saber mais sobre o tema, leia a pesquisa feita por Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil.

 

 

 

(Fonte: Startupi – 19/02/2018)

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