Rio de janeiro
Agenda Inovação Junho -   Julho    -     Agosto   Avançar Voltar 2018 -   2019 Avançar
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • 01
  • 02
  • 03
  • 04
  • 05
  • 06
  • 07
  • 08
  • 09
  • 10
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • 27
  • 28
  • 29
  • 30
SENAI

Notícias

Senado autoriza empresas de tecnologia a investirem em troca de isenção fiscal

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que autoriza empresas de tecnologia a investir em atividade de pesquisa, desenvolvimento e inovação como contrapartida a isenções fiscais. O texto segue agora à sanção presidencial.

 

A proposta amplia de 3 para 48 meses o prazo para as empresas brasileiras de informática, beneficiadas com incentivos fiscais associados a investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), reinvestirem valores pendentes.

 

O texto condiciona os benefícios fiscais à comprovação de regularidade das contribuições à seguridade social. Ele define que parte dos recursos gerados pelas contrapartidas de investimentos em P&D seja aplicada em fundos de investimento para proporcionar capitalização de empresas tecnológicas, e facilita a aplicação em áreas como defesa cibernética, internet das coisas e biotecnologia.

 

A proposta inclui o Amapá na lista de Estados cujas empresas podem fazer investimentos em pesquisa, desenvolvimento.

 

A medida permite ainda recuperar débitos com investimentos não feitos ou não aprovados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Isso vale para passivos até o fim de 2016.

 

O plano alternativo de reinvestimento, a ser executado em até 48 meses, contempla cinco destinações: mínimo de 30 por cento dos débitos em programas considerados prioritários: ao menos 25 por cento em convênios com instituições científicas, tecnológicas e de Inovação (ICTs); mínimo de 15 por cento com ICTs nas áreas de atuação da Sudam, Sudene e Centro-Oeste; e ao menos 10 por cento para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

 

O restante deverá contemplar fundos de investimento que apliquem em empresas de tecnologia em projetos aprovados pelo Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (Capda) ou em organizações sociais do setor que mantenham contratos com o ministério.

 

 

 

(Fonte: DCI – 16/05/2018)

Destaques

Livro Branco da Inovação Tecnológica

Instituições Associadas

ABIFINA
ABIMO
ABINEE
ABIQUIM
ALANAC
FIEMG
IPD FARMA
SEBRAE